quinta-feira, 16 de julho de 2009

cinco aninhos

este mês aconteceu a festinha de aniversário da minha afilhada, em minas gerais, para comemorar os seus 5 aninhos. foi bem legal com direito a mini-salgadinhos, doces, cachorro-quente, refrigerante e até um pula-pula armado no quintal (eu já comentei aqui como gosto de festas infantis). todos se divertiram muito.

compartilho a seguir o vídeo que eu fiz para ela, celebrando esta data.




terça-feira, 14 de julho de 2009

amor tranquilo

um colega escreveu um email contando uma experiência que teve na oftalmologista. durante o exame a médica começou a conversar. ela estava grávida e contou pra ele que o pai da criança era o seu segundo marido. que na realidade era o melhor amigo do primeiro marido (também fiz essa mesma cara de surpresa).

continuando, ela conta que conheceu o cara e foi percebendo que tinham muita afinidade, até que ele disse a ela que queria dividir todas as coisas boas que vinham compartilhando, que queria ficar com ela. então veio a dúvida: ficar com o cara que amava ou ficar com o cara com quem sentia que poderia passar o resto da vida.

daí ela optou pela segunda opção. meu colega perguntou como ela saberia se tinha feito a escolha certa e ela disse: 'estou com ele até hoje e já vamos ter o segundo filho'. e completou dizendo que não caiu de amores por ele, mas o amava.

meu colega então ficou espantado, pois percebeu que não houve click ou faísca no encontro dos dois, como ele está acostumado a esperar de um encontro amoroso. foi surpresa pra ele que o amor pudesse vir assim, a partir de algo tranquilo e confortante. então ele conclui dizendo que está aprendendo que às vezes o amor não tem que ser explosivo, excitante ou desafiador.

ao ler o texto dele eu fiquei pensando sobre isso. eu também sempre achei que se não rolasse a tal faísca, o fogo do momento, seria difícil qualquer relacionamento ir pra frente. o mais interessante é que estou conhecendo uma pessoa que surgiu assim, sem click, apenas apareceu e estamos seguindo tranquilamente.

sempre é tempo de aprender.

*atualização: tava tranquilo até demais. não rendeu. infelizmente.

pretérito perfeito: símbolos para ajudar a lavar a roupa

sexta-feira, 10 de julho de 2009

nyrr, dash 10k

mês passado participei de uma corrida muito bacana em nova iorque: dash 10k. dash, em inglês, além do hífen (-), é arrancada, como na largada de uma corrida. o percurso era uma volta completa no central park, totalizando 6,2 milhas ou 10 km. e foi organizada pelo grupo nyrr - new york road runners, responsáveis pelas corridas na cidade, inclusive a maratona de nova iorque.

cheguei em nova iorque numa sexta de manhã e fui buscar o kit que era composto do número de peito, alfinetes e uma camiseta de malha. ainda bem que levei uma outra camisa leve por precaução, pois a camiseta do evento é de tecido grosso e deve ficar pesada quando estiver molhada de suor.

sábado cedinho peguei o metrô e já conheci um monte de gente no vagão, todos indo correr a mesma prova. faltando meia-hora deu vontade de ir banheiro e só havia pouquíssimas cabines para milhares de pessoas. consegui usar o banheiro e ir para a concentração quando já tocavam o hino nacional pra começar a prova.

a largada é setorizada por cores e número de peito. quando a gente se inscreve é obrigatório preencher o seu pace (tempo médio por quilômetro) e isso te coloca numa categoria de cores em que os mais rápidos largam no batalhão da frente e assim por diante. como eu já estava atrasado, resolvi entrar no meio de um outro setor e começar a correr dali, pois o meu estava mais atrás.

logo na primeiro milha me deparei com uma subida surpresa. eu achava que o percurso era todo plano. abaixei a cabeça e diminuí o ritmo, mas a frequência cardíaca aumentou pra caramba. ao longo do caminho ainda houve mais duas ladeiras, sendo que a última era a pior. nada que depois eu não compensasse nas descidas.

consegui fazer o percurso em 56:58 minutos, meu melhor tempo em provas de 10km. eu queria ter feito menos de 55 minutos, se não fossem as subidas, mas vou seguir treinando pra atingir minha meta de fazer essa distância em menos de 50 minutos.

na chegada havia gatorade, maçã, pêssego e picolés de frutas, mas nada de medalha. ouvi comentarem que alguns patrocinadores desistiram e tal (isso explica a camisa...). mas uma coisa que gostei muito foram os ajudantes que ficam de meia em meia milha com megafones incentivando a galera: 'vocês estão indo muito bem!', 'não desistam!', 'vamos lá, falta pouco!'. essa força que eles dão ajuda pra valer.

durante a viagem, descobri uma loja (jackrabbit) em que você escolhe o tênis e testa correndo em uma das esteiras do lugar enquanto eles monitoram sua pisada. vale a pena, ainda mais pra mim que, quando compro tênis, fico correndo a loja inteira pra ver como está. fica a dica para quem for por lá.

minha próxima corrida é a etapa inverno do circuito das estações adidas, no final deste mês. vamos correr!

terça-feira, 7 de julho de 2009

romances e tecnologia

no vôo de volta das férias eu assisti ao filme 'ele não está tão a fim de você' (he's just not that into you, 2009). o filme tem um elenco de peso, incluindo ben affleck (demolidor), jennifer aniston (marley e eu), drew barrymore (as panteras), jennifer connely (o dia em que a terra parou) e scarlett johansson (vicky cristina barcelona).

o filme é uma comédia romântica bem leve que fala sobre relacionamentos e suas complicações, como a famosa espera pelo telefonema no dia seguinte. além disso, entra na questão de como cada um interpreta as atitudes do outro à sua maneira, errando ou acertando, antes, durante e após um encontro.

em uma cena, a personagem mary, interpretada pela drew barrymore, comenta sobre um cara que ela conheceu, mas que agora sumiu:

'o cara me deixou um recado na secretária eletrônica do trabalho, então eu liguei pra ele em casa. daí ele me mandou um email para o meu blackberry e então eu mandei um torpedo pro celular dele. agora você tem que ficar checando em todos esses diferentes canais para se certificar que foi rejeitada através de sete tecnologias diferentes. isso cansa!'

eu não tinha pensado nisso. antes a questão era um telefonema no dia seguinte. hoje em dia, pode ser um telefonema, um email, uma mensagem no orkut ou no twitter, um torpedo, um recado na secretária eletrônica ou até uma postagem num blog. se a pessoa não estiver mesmo segura de si, ela vai precisar de ficar checando cada lugar para ver se a outra pessoa mandou mensagem. realmente deve cansar.

esse lance da ansiedade é algo que precisa ser trabalhado na gente. às vezes conhecemos alguém que dá vontade de ficar conhecendo mais e mais. o problema é que ansiedade pode assustar a pessoa e também não permitir que você se dê o tempo necessário para conhecê-la e vice-versa.

talvez o melhor a se pensar é que nesse mundo cheio de tecnologias diferentes, se a pessoa quiser mesmo se comunicar e te reencontrar, ela não vai ter dificuldades.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

minhas férias

caros leitores, estou de volta ao blog depois das férias. obrigado a todos pelos comentários nesse tempo. realmente foi muito legal e eu me diverti tanto que voltei precisando de férias. sei que elas existem pra gente descansar, mas eu adoro viajar e aproveitar ao máximo! o corpo chega mega cansado, mas a cabeça está tranquila, relaxada.

aos poucos vou utilizar as postagens para falar das coisas que aconteceram, o que eu vi e o que eu gostaria de compartilhar. eu tinha pensado em fazer essa postagem de retorno como uma espécie de redação, a famosa 'minhas férias', mas depois decidi contar aos poucos pra redação não ficar muito grande.

nova iorque é um lugar muito bonito. a ilha de manhattan, a grande metrópole, é ao mesmo tempo interessante e fascinante. no meio dos arranha-céus há diversos parques, sendo o maior deles o central park, que servem como descanso e refúgio para o agito da grande cidade. aliás, a mais cosmopolita do mundo.

por todo lado há lojas de marca e incentivos ao consumismo. é um lugar fácil de se locomover (ruas numeradas e perpendiculares) e onde você encontra gente do mundo todo. mesmo com toda diversidade, em nova iorque você é quem você é. as pessoas não estão preocupadas com o que os outros pensam delas e também não se importam com o modo como cada um se expressa, seja através de roupas, cabelos, calçados ou as próprias atitudes. é um lugar de total liberdade individual.

eu me perguntava como seria aqui um engravatado com cabelo punk ou os braços todos tatuados, como eu vi por lá. por isso é bom visitar lugares assim para que a gente possa abrir um pouco mais a cabeça para essas questões, principalmente voltadas ao caráter das pessoas e não a qualquer tipo de preconceito estabelecido.

agora é voltar à rotina, trabalho, academia, pilates e treinos de corrida. também vou retomar (aos poucos) as visitas aos blogs amigos. quero saber o que aconteceu nesse tempo. aproveitem pra ler também a postagem 'pepsi generation', sobre michel jackson, que fiz no blog 'voce se lembra', onde sou colaborador.

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